Livro

ARMADILHA SOCIAL

Com meta de esclarecer dúvidas sobre o uso do álcool e de outras drogas, e ampliar o debate sobre este tema, preparei o livro, “Armadilha Social”. O título foi lançado oficialmente 4 de abril de 2011, em Vitória, ES.

Entre as muitas coisas que se pode destacar no livro Armadilha social, posso dizer que se trata de uma reflexão sobre o impacto do consumo de álcool e outras drogas na sociedade contemporânea.

Direciono a publicação a pais, mães, adolescentes e professores. Com 62 tópicos, divididos em 220 páginas, a prioridade é oferecer uma ampla abordagem para alcançar leitores de diversos públicos e pontos de vista.

Procurando dar a publicação uma linguagem de fácil leitura, adaptada aos diversos públicos, acrescentamos ainda 43 ilustrações, que tornam a leitura mais atrativa. Entre os tópicos, abordo a história da humanidade, passando pela história do Brasil. Enfatizo o quanto que os mitos criados com base em interesses comerciais, desvirtuam ensinamentos antigos da sabedoria humana. Acabam gerando desinformação sobre os reais efeitos e consequências deste consumo claramente maléfico a saúde física, mental e moral da vida humana.

Um fator de motivação para escrever, foi que sempre me chamou a atenção o quanto as pessoas se iludem com o álcool e com as drogas. As vezes simplesmente se destroem. Individualmente, o consumo é terrível, implica em sérias consequências em todos os aspectos da vida: perda de produtividade no trabalho, prejuízos nas relações familiares e sociais e, em longo prazo, geram doenças irreversíveis. Socialmente, é um enorme prejuízo para o estado e para a sociedade como um todo.

Ao longo de meus, quase completos, 31 anos de atuação medica, já atendi a milhares de pacientes. Dentre eles, de alguma forma, sempre percebi o envolvimento com o consumo dito “leve” ou apenas “social” com estas substancias. Com o entendimento da questão, nos últimos anos, tenho me dedicado bastante a ministrar palestras sobre o tema. Nestas, exponho os possíveis efeitos das substâncias no corpo e procuro alertar para as possíveis consequências sociais de uma hipotética legalização da maconha. Como médico, considero esta tarefa de informar e conscientizar como um dever ético. Como cidadão, é minha contribuição social para a construção de uma desejada sociedade saudável, pacifica e harmônica.